quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

Sobre o varal
A camisa branca voa
Instantes de verão

1 devaneio(s):

  1. instante sem estação, ou seja: viagem sem parada ainda definida:
    oi su,
    desde ontem tu tens vindo dançar no meu pensamento, não consigo parar de lembrar de ti e dos
    tantos dias e momentos que passeamos juntos, por um corredor de flroestas de cores e tantas sensações elas nos traziam, tantas vezes eu me embriaguei naquela nossa solidão, tantas evzes me embriago na minha solidão e vejo que eramos plenos, um, ai
    será que tudo foi uma pintura de fumaça?
    será que ela acredita que é outro país?
    e se ela souber qual é o seu papel...
    e se eu puder entrar na sua vida
    olha, será que é de louça,
    será que é eter, será que é loucura?
    será que é cenário a casa da atriz, se ela mora no arranha céu, e se as paredes são feitas de giz
    e se ela chorar num quarto de hotel e se eu pudesse entrar na sua vida
    se me leva pra sempre... me ensina a não andar com os pés no chão
    para sempre é sempre por um triz, aaaaaaaah
    diz quanto desastre tem na minha mão, diz se é perigoso a gente ser feliz

    sei que o tempo e a distancia fazem nossos peixes procurarem rios e pedaços de mar diferentes
    mas uma vez juntos (estamos juntos pelo amor) sempre nadamos ou voamos ou até mesmo caminhamos
    para um rumo só, acho que é uma montanha, com brisa pra suavizar nossos rostos no encontro que tanto desejamos, deitados na grama... lembra?

    olha, será que é uma estrela? será que é mentira? será que é divina?

    um encontro na praça, recebendo do vento a consumação de um laço feito ha tanto tempo, ha tantas vidas atrás ha tantas vida pela frente. numa ladeira onde sonhamos estar descendo de bicicleta estou descendo para te encontrar de novo, talvez pra encontrar aquilo que vivemos, e que como suspiros por ver as espumas do mar e não conseguir nelas entrar mas sentir-se bem, feliz eu sigo pensando em ti.seus olhos, minha alegria, seus olhos, meu travesseiro, seus olhos meu tapete voador, seus olhos um barco

    não consigo sintetizar meus pensamentos e procurar uma pista direta, reta pra tentar me comunicar contigo, nunca fui assim, acho que sabes, sei que a saudade ainda ta presa num galho de jambeiro e eu to balançando esse galho e como presente, digo por aí que és meu primeiro amor, e quem diz que isso é verdade são as flores rosas que do jambeiro tão caindo, seu olhos estão em todos os lugares,
    até mesmo dentro dos meus, lembro do dia em que te vi, sinto tanto não ter conseguido falar contigo com a voz, com toque,, , mas sei
    que falei contigo por outras vias, tanto é que depois de te ver ali,me sentia outro. repleto, pleno
    desculpa ta aqui te escrevendo como um louco que não sabe se desvencilhar do passado
    dos retratos que ele criou e viveu só que agora ele se alimenta disso tudo. ontem vi teu rosto saindo da floresta, e eu so sabia dizer uma unica coisa: um beijo, um beijo
    não to lendo o que ja escrevi ali em cima, estou escrevendo como quem ta entrando novamente no sonho, de ser um, cada um no seu caminho, mas um, me desculpa os erros, minha alma e meus dedos tem um certo erro que nao consigo encontrar concerto, discordam, mas sabem que o verde nos guia,
    um grande beijo, uma grande lembrança, um grande amor pra ti,
    um grande encontro pra nós, um grande amor pra nós,
    nao consiguo aqui dizer o que sinto, nao, mas tentei,
    um beijo e qualquer outra coisa que te faça feliz, um amor real quem sabe

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